Caem pingos de chuvano meu coraçãocoberto de saudadesdo teu amorSão pingos que sangramna imensidão de uma almarecheada de esperançaspelo teu regressoAs pétalas da tua florcaíram no desesperocom uma mágoa serenanum regresso em vãoOuço a campainha da portaentoam cânticos de dúvidasnem sei se irei abrirO som repete-seVou abrir desconfiadona serenidade dos temposMas... és tu!meu coração regozijaPareces um anjocoberto de desejosna penumbra da salaque eu não mais esquecerei.VOLTAR |